Vestia jeans e uma camisa um número maior, e o famigerado top cinza embaixo. Botas de salto médio, boas para correr. E corria, aparentemente atrás de um bandido. Os outros policiais se espalharam em um determinado ponto da perseguição, e sobrei em um beco, tive que pular uma grade que servia de portão. Estava sozinha, morta de medo, mas nem olhei para trás, para ver se tinha alguém pra me ajudar. Mais uma corrida e dou de cara com o meliante, alto e forte, com péssimas intenções e uma arma apontada. Apontei a minha arma também (uma 9mm glock 17, abafei!), mas nem deu tempo de nada, um dos policiais chegou pelo outro lado do beco, atrás do homem, e pá! O elemento caiu, tiro no ombro, e foi algemado e levado pelos outros policiais que chegaram. Eu fiquei com cara de besta e de repente fiquei burra, não sabia travar a arma, nem guardar ela no coldre. Daí esse policial que me ajudou se aproximou, e falou:

“Deixa que eu guardo pra você”

E pegou a arma da minha mão, travou com a maior destreza, e guardou no meu coldre. E eu, com cara de pastel de vento, fiquei paralisada só de ver quem era o colega. E a ultima coisa que ouví antes de acordar totalmente fora de sintonia com o mundo real, foi “Vamos voltar para o distrito, parceira, e dessa vez eu dirijo.”

Que é isso, gente! Isso é sonho pra ter em noite de segunda pra terça feira, cheia de trabalho pra fazer? Eu fiquei tão passada que nem conseguí dormir mais, fiquei pensando… preciso parar de ver TV. Sabe porque? Porque meu “parceiro” nesse sonho de louco era ninguém menos que o detetive Elliot Stabler, vê se eu mereço passar por isso!!! Aff…

Eu tenho um medo danado dele… mas adoro!