I get lost
in your eyes
and I feel my spirits rise, and soar like the wind
is it love that I am in?

I get weak
in a glance
isn’t this what’s called romance?
And then what I know?
‘Cause when I’m lost I can’t let go

I don’t mind not knowing what I’m headed for
You can take me to the skies
It’s like being lost in heaven
when I’m lost in your eyes

I just fell,
don’t know why
something’s there, we can’t deny
and when I first knew was when I first looked at you

And if I can’t find my way
If salvation seems worlds away
I’ll be found
when I am lost in your eyes

I don’t mind not knowing what I’m headed for
You can take me to the skies
It’s like being lost in heaven
when I’mm lost in your eyes

I get weak
in a glance
isn’t this what’s called romance?
Oh, I’ll be found
when I am lost…
in your eyes

Nossa, que imensa saudade disso!

De vez em quando tenho a nítida sensação de que o mundo vai se acabar em um buraco sem fundo.

Figurativamente, claro. É mais uma sensação ruim que cresce, atinge um nivel que chega a doer fisicamente, até parar e me deixar com cara de otária, tentando entender de onde veio o caminhão e qual era a placa.

Aí depois fica uma coisa estranha, como se alguma coisa estivesse muito, muito errada. Faltando partes, ou fora do lugar. Não sei. Igual lá fora. Está sol, mas está frio, e de vez em quando vem um vento tão forte que parece que vai virar e cair a pior chuva com raios. Agora tá sol, mas daqui a pouco vem o vento.

Eu vou na minha mãe, antes que chova.

Hoje, não pela primeira vez, uma pessoa me abordou dentro do ônibus para comentar algo em mim. Acho isso super curioso, já que estranhos não costumam nem olhar na nossa cara, quanto mais fazer uma crítica construtiva.

Ao fato: a mulher aparentando ter a minha idade virou para mim e simplesmente falou, “Seu cabelo é tão crespo, por que você não alisa?”, ao que eu apenas respondi “Porque somos selvagens, meu cabelo e eu.”. E não pude deixar de sorrir, porque acaba que acho intrigante isso de pessoas me dizerem coisas realmente fora de propósito na rua.

Será que eu dou abertura assim para as pessoas estranhas me darem suas opiniões? É cada uma… daria uma lista grandinha até. Já ouví desde um “Prender cabelo molhado apodrece os fios, sabia?” até o clássico de hoje, muito frequente. Eu acho que meu cabelo deve incomodar mesmo… é campeão de comentários! Segundo lugar para a “bordinha da pizza”, aquele pouquinho de pele que aparece entre o cós da calça e a barra da blusa. Desse eu dou risada pra valer!

Bom, pondo tudo isso a parte, creio que a raiz da coisa toda seja o tal do “padrão de beleza”. Sim, ele existe, é super valorizado e definitivamente faz diferença na vida de uma pessoa, em como ela é tratada pelas outras, nas oportunidades, etc. Seria tolice não reconhecer isso.

O caso é que acho super desconfortável perseguir esse padrão. E, puxa, a identidade própria, a qualidade de vida, onde ficam? Imagine acordar todos os dias e se “montar” para ficar de acordo com o que todos acham bonito? Para alguns isso demanda esforço mínimo, mas para outros… puxa! Não dá, não. Por acaso alguém consegue viver de meia-calça, cinta, make completo, chapinha no cabelo? Não, gente, existe chuva, tpm, calor de 27°C, sexo às claras, noite de sono com companhia… existe vida real! Daí não se pode reclamar do susto alheio na luz da manhã quando se vive “montada” né… não é mais simples ser o que é e pronto? Isso, lógico, não significa falta de cuidado e capricho, e sim alguma naturalidade.

E nesse cenário, o “pior” que pode acontecer é você não ser a mais linda do mundo, mas garanto que a liberdade de ser vale muito, muito a pena.

“Falou a Fah, que não sabe se maquiar além do batom/rímel, aboliu os saltos em favor do conforto, só anda de jeans e anda por aí – no sol e na chuva – muito confortável com sua jubinha castanha e rebelde, ‘queimada’ nas pontas.”

Eu achei mega interessante isso, criar diagramas online:

http://yuml.me/

Até pode ser um pouquinho confuso de usar no começo, mas nada que uma boa passada de olhos nos samples e – evidente – na sintaxe não resolva em pouco tempo.

Achei fofo! ^^v

E pensar que a turma acredita que depois de uma certa idade as pessoas realmente ficam mais sensatas, têm mais discernimento… bobagem! Todo mundo que nasce perdido, vive perdido e morre sem ter encontrado o próprio nariz.

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mon dél.ici.eux

 

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